Separamos um vídeo para vocês, publicado pelo blog Conversa Corporativa, em que um dos principais executivos da área de Comunicação, Mauro Segura, comenta o cenário atual das empresas e o papel da comunicação hoje em dia.
Para ele, o ambiente colaborativo em que vivemos deve ser levado para dentro das empresas, já que as informações e experiências das pessoas é que farão a diferença. O especialista ressalta ainda que os meios tradicionais, como o mural ao lado do café, ainda são efetivos, já que publicações eletrônicas disputam o mesmo espaço de informação que outros canais.
Separamos abaixo um vídeo bem interessante que
apresenta como é realizada a comunicação interna na HP. Regina Macedo, gerente
de Comunicação Corporativa da empresa, afirma que seus públicos internos são
bem distintos e por isso são necessários diferentes canais para atender a
todos.
Para ela, hoje a comunicação precisa ter mais
impacto, sendo rápida e preferencialmente multimídia. Além disso, os textos devem
ser curtos e com linguagem dinâmica, pois as pessoas são bombardeadas com
informações. Ela cita também alguns dos meios de comunicação da companhia, bem
como quais são seus objetivos.
Um assunto recorrente nas empresas é a liberação das redes sociais. No entanto, mais do que pensar em como o seu colaborador se comportará utilizando as redes sociais durante o expediente, é como ele age fora dele com relação à marca.
Na manhã de segunda (19), o Bom Dia Brasil apresentou uma matéria sobre como o profissional deve lidar com as redes sociais. Vale replicar para seu público interno, pois antes de exigir certas posturas deles, é necessário educar.
Um post no Blog Comunicação Interna elucida bastante a diferença entre comunicação interna e endomarketing. Rodrigo Cogo, especialista em Relações Públicas, afirma que Comunicação Interna é "a ideia de engajamento por autoconvencimento, ou seja, depois das pessoas serem atingidas por uma informação e de ser promovido o diálogo entre a organização e os funcionários, a própria equipe analisa e pode entender que deva agir de determinada maneira".
Já no endomarketing, segundo Cogo, ocorre a persuasão, com elementos de sedução, negociação e troca. "A pessoa, caso altere seu procedimento, não o faz por essência, mas pela oportunidade".
Isto é, a comunicação interna muda paradigmas, educa e capacita, já o endomarketing altera o comportamento de imediato, mas pontual. Baseados nesta visão do especialista, pensamos que as duas linhas podem se complementar, isto porque em certos momentos, você necessita conquistar e envolver o colaborador mais rapidamente, já em outros o intuito é engajar e envolvê-lo de forma contínua.
E você, o que pensa sobre o assunto? Em sua Unimed predomina a comunicação interna ou o endomarketing?
O HSBC possui um projeto bem interessante com o intuito de envolver colaboradores na questão da sustentabilidade. Trata-se da iniciativa HSBC Climate Partnership (Parceria pelo Clima), por meio da qual o banco leva todo mês um grupo de 12 funcionários para passar 15 dias em trabalhos científicos na floresta.
As locações são simples, onde eles dividem o alojamento e as tarefas domésticas, sem hierarquias. Dentre as atividades está a medição de árvores e o recolhimento de frutos e folhas, levados posteriormente a um laboratório.
Segundo os resultados apurados no projeto, a experiência na floresta muda a visão de mundo e a forma de trabalhar dos colaboradores. Como consequência, ainda, eles passam a gerenciar melhor os riscos, identificar novas oportunidades de negócios, entre outras alterações de comportamento
Ainda de acordo com o HSBC, por meio de pesquisa interna, 92% dos funcionários brasileiros disseram que passaram a considerar mais as questões ambientais na tomada de decisões cotidianas e 76% mudaram a maneira de pensar sobre a vida.
O dilema da liberação das redes sociais nas empresas
A liberação do uso de redes sociais pelos colaboradores é um assunto sempre em voga nas empresas. Uma matéria publicada no CIO fala justamente do desafio que tal mudança representa para as áreas de TI. Isto porque é preciso buscar um equilíbrio entre o uso destas ferramentas e a segurança das informações estratégicas da organização.
Segundo especialistas, a melhor forma é fazê-lo de forma gradativa e planejada. Eles afirmam que os perfis podem ser variados, já que algumas áreas não precisam ter acesso ao You Tube, por exemplo.
Para tanto, é preciso também educar seu colaborador para que ele faça o uso consciente das redes sociais. É fundamental deixar claro que algumas informações são confidenciais e também dar exemplos de situações em que tais ferramentas foram utilizadas de forma prejudicial, e que isso implica em consequências. Aqui no blog já mencionamos alguns casos...
Recentemente, um dos hits da internet foi o filme We All Want to Be Young. Produzido pela BOX1824, empresa que pesquisa tendências de comportamento e consumo, o vídeo traça um perfil da "tal" Geração Y, e mais do que explicá-la, também faz um comparativo com a Geração X e os Baby Boomers.
Apesar do título deste post questionar se você conhece quem são seus consumidores atuais, vale também refletir sobre o fato de que as organizações como um todo começam a receber este perfil de profissional. Então, acreditamos que existe mais uma pergunta a ser feita: você conhece seu colaborador? Sua comunicação interna já pensa na Geração Y?
Já está no site da Aberje a versão digital da edição nº 76 da revista Comunicação Empresarial, que destaca o Cirque du Soleil, cujo principal desafio é promover uma comunicação interna eficaz em uma organização formada por 40 nacionalidades e diferentes culturas.
Outra matéria interessante aborda o uso do Facebook como ferramenta de interação com o cliente. Ao todo, são oito lições de como usá-la de forma eficiente. Um box aponta ainda dois casos de sucesso: Louis Vitton e Starbucks.
Uma das regras básicas é começar campanhas de dentro para fora e a Ambev segue esta premissa ao conscientizar seus colaboradores para o consumo responsável do álcool. Este ano, na última terça-feira (15) ocorreu o Dia de Responsa em mais de 20 países simultaneamente.
A campanha reuniu as seguintes ações para o público interno:
- exibição de um vídeo convidando os funcionários a participarem da campanha;
- anúncio de uma parceria com quatro ONG's, dentre elas a Casa do Zezinho, que vai promover a conscientização sobre o tema em comunidades de baixa renda; e
- distribuição de pulseiras com frases sobre consumo responsável, com o intuito de estimular o engajamento.
Já com foco no público externo serão distribuídos cartazes nos pontos de venda e, nesta etapa, o presidente da instituição se envolve e vai visitar alguns estabelecimentos para colaborar com a campanha. Por fim, a Ambev fará a entrega de mais de 9 mil bafômetros para ajudar na fiscalização nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Na última semana, foi lançado em São Paulo o Guia da Internet Responsável para três diferentes públicos: crianças, professores e pais. Além de uma versão em pdf, a iniciativa possui três sites de acordo com o enfoque dado.
Este tipo de orientação é cada vez mais importante, para evitar situações como a que virou notícia na semana passada, quando dois adolescentes mostraram mais do que deveriam na Twitcam. Que tal indicar este site para seus colaboradores? Vai ajudá-los a educar seus filhos sobre o uso consciente da internet e a entender melhor como funciona a rede. Aliás, os manuais valem para todas as idades...