Nos últimos dias, um vídeo produzido para o jornal
inglês The Guardian tem sido disseminado nas redes sociais. O comercial retrata
as transformações no jornalismo, o chamado "open journalism" e afirma que o
diário inglês vem seguindo por este caminho.
Na criação da BBH de Londres, a história dos Três
Porquinhos é reinventada questionando quem está certo e quem fala a verdade.
Vale assistir (legendado):
O que você pensa quando vai realizar uma pesquisa? Classe social, faixa etária, sexo etc. Pois bem, quando se trata de ambiente digital, a agência de publicidade DM9DDB propõe que a análise siga por outro caminho. Sua conclusão é que existem Perfis Digigráficos e estes não podem ser agrupados como nos estudos convencionais.
Segundo a DM9DDB, tais levantamentos devem levar em consideração três novos critérios:
1. Quanto e como as pessoas utilizam os recursos e equipamentos de tecnologia em sua vida.
2. Quais são as intenções que elas têm ao consumir produtos digitais.
3. Quanto os recursos digitais servem para moldar sua própria identidade.
A partir disto, foram mapeados cinco Perfis Digigráficos: imersos, ferramentados, fascinados, emparelhados e evoluídos.
Gostou da teoria?
Confira o vídeo abaixo:
No canal da DM9DDB no YouTube é possível ver mais vídeos em que os cinco perfis são detalhados.
Antes restritos às redes sociais, os memes passaram a ocupar o universo da publicidade e, em alguns casos do noticiário, na TV. O exemplo mais recente e de maior repercussão foi a propaganda com a frase "menos Luiza, que está no Canadá". Além dessa, outras situações que começaram na web ganharam força da TV, como a propaganda "Pode, To Be", com o técnico Joel Santana e a do banco Itaú com um bebê gargalhando enquanto o pai rasgava papel.
E como saber onde está a oportunidade?
Memes são difíceis de prever, tanto é que recentemente pipocou na web uma propaganda política em que o então candidato a governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, menciona estar ao lado da família toda, e que "só está faltando o Geraldo, que está trabalhando lá no México". Na ocasião, a frase passou despercebida.
No entanto, pode-se dizer que Luiza é um case, ainda que "torto" para muitos. Na mesma semana, o Submarino comprou links patrocinados no Google fazendo referência ao meme, em que convidava os internautas a viajarem para o Canadá (foto ao lado).
Como costuma dizer o professor Conrado Adolpho trata-se da prática rêmora, já que o grande tubarão acaba sempre deixando migalhas. Isto é, aproveitar-se de veículos de comunicação de massa, ou, neste caso, um assunto de grande repercussão, usando as pesquisas do Google a seu favor, seja na produção de conteúdo com determinadas palavras-chave ou por meio do direcionamento de seus links patrocinados.
No entanto, antes de cavar uma oportunidade, é preciso estar atento a este universo. Já é um belo começo...
Separamos um vídeo para vocês, publicado pelo blog Conversa Corporativa, em que um dos principais executivos da área de Comunicação, Mauro Segura, comenta o cenário atual das empresas e o papel da comunicação hoje em dia.
Para ele, o ambiente colaborativo em que vivemos deve ser levado para dentro das empresas, já que as informações e experiências das pessoas é que farão a diferença. O especialista ressalta ainda que os meios tradicionais, como o mural ao lado do café, ainda são efetivos, já que publicações eletrônicas disputam o mesmo espaço de informação que outros canais.
A dica de hoje é o vídeo abaixo com uma série de estatísticas bem atuais, na medida do possível, sobre Facebook, Twitter, LinkedIn, YouTube, Google+ e outras redes sociais.
Dentre os dados interessantes está o fato de:
- 11% da população mundial ter conta no Facebook;
- a existência de mais usuários de Facebook do que de veículos circulando por aí;
- a maioria dos tweets ter apenas 40 caracteres;
- 72% do Twitter ser formado por pessoas de 25 a 54 anos.
Separamos abaixo um vídeo bem interessante que
apresenta como é realizada a comunicação interna na HP. Regina Macedo, gerente
de Comunicação Corporativa da empresa, afirma que seus públicos internos são
bem distintos e por isso são necessários diferentes canais para atender a
todos.
Para ela, hoje a comunicação precisa ter mais
impacto, sendo rápida e preferencialmente multimídia. Além disso, os textos devem
ser curtos e com linguagem dinâmica, pois as pessoas são bombardeadas com
informações. Ela cita também alguns dos meios de comunicação da companhia, bem
como quais são seus objetivos.
O vídeo que indicamos hoje foi produzido por Steven Johnson, que, segundo a Newsweek, é um dos mais influentes pensadores sobre a internet hoje. Após cinco anos de pesquisa, ele tenta responder a pergunta: "De onde vêm as grandes ideias?".
O vídeo abaixo foi feito para divulgar seu livro homônimo. Vale assistir!
O vídeo que destacamos hoje foi produzido com o intuito de promover o MBA da Norwich Business School da University of East Anglia, no Reino Unido. No entanto, consegue sintetizar a diferença entre um simples logo e uma marca.
Recentemente, postamos aqui um vídeo em que um jovem demonstrava como seria agir na vida real como atuamos no mundo virtual.
Agora, o jovem Ross Gardiner publicou no You Tube um vídeo no qual apresenta uma série de argumentos pelos quais acredita que as pessoas devam abandonar o Facebook. Sua opinião gerou várias paródias e respostas.
A versão abaixo está legendada em português, ao clicar em CC, no menu abaixo da barra de tempo.
Os vídeos que vamos mostrar abaixo são um pouco "antigos", de 2009, no entanto, quem ainda não os conhecia, vale saber mais, já que mostram como é possível encontrar uma solução criativa para um erro, ou no caso, um bug.
A situação aconteceu com a produtora de games Eletronics Arts (EA). Em seu jogo de golfe, Tiger Woods, a estrela desta modalidade nos EUA, consegue encaçapar uma bola de dentro de um lago, como você vê no vídeo abaixo (em inglês).
O vídeo foi visto por milhares de pessoas e a EA viu no erro em seu game, uma oportunidade de tratar a situação com humor e promover seu produto, bem como Tiger Woods. Confira o resultado (também em inglês):
Ah, o segundo vídeo foi assistido por milhões e não milhares de pessoas.