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plicar como issoocorreu. Desde pequeno, eu fuimuito
pobre. Eu eminha família sempredependemos da ca-
ridade.Meuspais trabalhavamemuma fábricade rou-
pas. Desde sempre eu vivenciei uma enorme poluição
e pilhas de tecidos, muitas vezes, as quais eram todas
direcionadas ao lixo. Quando criança, eu achavamui-
to comum, mas depois tomei a gravidade do assunto.
Em2015, asmulheres têmbelos cabelos, sãocheirosas,
tomam banho... São felizes porque ainda existe nosso
bemmaisprecioso: aágua.Talvez, quandovocê leresta
carta, asua realidademudeesejabemdiferente.Eunão
o (a) conheço,mas peçoperdão. Afinal, nós dopassado
destruímosopresentedevocês."
Mariaolhouparaamãecomumenormesorriso
no rosto. Emocionada, releu a carta várias vezes sozi-
nha. Mas a grande surpresa é que não! O homem não
haviamorridoe sóhavia sepassadoumanodadatada
carta.
A garota tomou então conhecimento sobre o
assunto e começou a cuidar de seu planeta. Amenina
conscientizou aindamais pessoas e juntou as amigas
emumgrupoparacomeçara fazerasuaparteemudar
o futuro.
Autora: KawanaColdebeladeSouza