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CARTILHA DA UNIMED - SAÚDE NA FASE ADULTA
givais entram na corrente sanguínea, alojam-se
nas válvulas do coração e desenvolvem a do-
ença.
Há casos em que a musculatura bucal é afe-
tada e o paciente pode sentir dores na parte
superior da coluna. Para evitar todos esses ris-
cos à saúde, a correta higiene bucal deve ser
levada a sério.
Como prevenir
¬- Não esqueça de escovar os dentes depois
das refeições. Se comer fora de hora e tiver uma
escova de dentes por perto, faça-o novamente.
-
Os tipos de alimentos ingeridos e a per-
manência deles na cavidade bucal podem pro-
vocar maior risco do aparecimento de cáries.
Biscoitos e balas, por exemplo, são vilões da
saúde bucal.
-
A ingestão de bastante água ao longo do
dia é importante para a manutenção do fluxo
salivar, que tem função de limpeza fisiológica
da boca. Por isso, a escovação antes de dormir
é tão importante, pois durante a noite há muito
pouco fluxo salivar.
-
Antes de iniciar a escovação,
passe o fio dental. Faça isso pelo menos uma
vez ao dia.
-
Utilize uma pasta de dente pouco abrasiva,
mas que contenha flúor em sua composição.
Use pouca quantidade de pasta.
-
Escolha uma escova de dentes com cer-
das macias e cabeça pequena, para alcançar os
dentes do fundo da boca.
-
Troque a escova a cada três meses.
-
Faça movimentos circulares, durante a es-
covação, ou no sentido gengiva-dente;
-
Não esqueça de escovar a língua, ela tam-
bém fica suja com restos de comida e bactérias.
Fonte: Portal Unimed Brasil, adaptado pela Fede-
ração Unimed/RS.O Portal Unimed Brasil teve como
fontes Secretaria de Serviços Integrados de Saúde da
Procuradoria Geral da República e Folha Equilíbrio do
jornal Folha de São Paulo.
GAGUEIRA
Gaguejar não é somente repetir sons. Outros
comportamentos também indicam o problema.
Hoje em dia, aproximadamente 1% da popu-
lação apresenta o mesmo problema, em uma
proporção de quatro homens para cada mulher.
Só no Brasil, 1,8 milhão de pessoas apresentam
algum problema relacionado à gagueira, de
acordo com o Centro de Especialização em Fo-
noaudiologia Clínica (CEFAC).
O normal em uma conversa é ligar palavras
e frases com suavidade, facilidade e sem esfor-
ço, e além disso, utilizar um tempo considerado
usual para a execução das sílabas, palavras ou
frases. Mas quando o gago se comunica não é
assim, pois ele apresenta um distúrbio na fluên-
cia ou na temporalização da fala. Dessa forma,
pode prolongar os sons - "Olá, tuuuudo bem?"-,
interromper uma frase enquanto busca a pala-
vra correta "Atenda (silêncio por alguns segun-
dos) a porta, por favor" ou ainda repetir sons e
sílabas "A-a-tenda a porta, por favor".
Com o objetivo de mascarar a gagueira, mui-
tas pessoas utilizam sinônimos. Quando perce-
bem a dificuldade em pronunciar uma palavra,
trocam-na por outra. Outras atitudes, como en-
curtar a frase e recorrer às interjeições, também
são comuns. Assim: "atenda ao telefone, por fa-
vor" pode virar apenas "atenda" ou "atenda é,
é, é ao telefone, por favor". Um último compor-
tamento é a utilização de movimentos físicos
compensatórios. Por exemplo, no esforço de
liberar uma sílaba que não está saindo, a pes-