Faça sua busca aqui
Acesse 2ª Via de Boleto e Demonstrativo da Fatura
Acesse Auditoria Médica
Acesse o Portal do Cooperado/Prestador
Acesse Imposto de Renda
Acesse Inclusão e Exclusão de Prestadores
Acesse o Portal do Colaborador
A Unimed Erechim
Clientes
Resultados de Exames
Nossos Planos Unimed
Voltar
Para muitas mães, é justamente na hora de colocar o filho no peito para amamentar que começam as dúvidas: ele está bem posicionado? A pega está correta? É normal doer? Por que o leite ainda não desceu? Essa fissura faz parte do processo ou é sinal de que alguma coisa não está bem?
“Não é fácil amamentar”, reconhece o pediatra Dr. Alberto Schmidt, que atua há quatro décadas na medicina. A frase ajuda a tirar a amamentação de um lugar de idealização. Embora seja um processo natural, mãe e bebê precisam aprender juntos, e a informação pode fazer diferença nesse começo.
Uma das orientações mais importantes está na pega. Quando o bebê não consegue abocanhar a mama adequadamente, podem surgir desconfortos, dores e até fissuras. “Se a pega for adequada, provavelmente a mãe não vai sentir dor na amamentação”, explica Schmidt. Quando existe dificuldade, a recomendação é buscar orientação, pois a dor na pega não é algo que precisa ser suportada.
O que aprender antes do bebê nascer
É justamente para sanar essas dúvidas que a Unimed Erechim trabalha a amamentação na preparação das gestantes em dois formatos: um voltado para beneficiárias da Unimed Erechim com curso individual em módulos, conduzidos pela Medicina Preventiva; outro voltado para a comunidade via Programa de Atenção Integral a Saúde da Gestante, oferecendo palestras sobre diversos temas, incluindo amamentação. São abordados temas como pega, posicionamento e alinhamento do bebê, descida do leite, alterações nas mamas, armazenamento do leite e preparação para o retorno ao trabalho.
A enfermeira Amanda Rufato explica que a proposta não é ensinar uma fórmula. “Nós buscamos oferecer conhecimento para que, quando chegue a hora da amamentação, a mãe se sinta mais segura”. Com o auxílio de uma boneca, as gestantes podem compreender como posicionar o bebê, apoiar as mãos e observar o alinhamento durante a amamentação.
Para Jordana Carraro Momo, esse conhecimento tem sido muito importante. Na reta final da primeira gestação, ela participou dos módulos individuais e também do curso de gestantes da Unimed Erechim. A expectativa pela chegada de Enrico vem acompanhada da consciência de que nem tudo pode ser previsto. “Como mãe de primeira viagem, tem a expectativa como um todo e, ao mesmo tempo, uma insegurança que caminha junto”, conta.
A gestante destaca, ainda, a importância de desmistificar as muitas informações disponíveis atualmente. “Ouvir de um profissional é diferente de saber da internet”, afirma.
Quando a realidade não segue o plano
A informação serve também para reconhecer quando algo precisa ser ajustado. Amanda reitera que a orientação profissional pode ajudar a identificar o que está acontecendo e encontrar caminhos. Para o Dr. Schmidt, esse acompanhamento é especialmente importante nas primeiras semanas. Uma equipe multidisciplinar pode apoiar a mãe e o bebê e, ao mesmo tempo, evitar que a amamentação se transforme em uma cobrança pela perfeição.
O pediatra também chama atenção para outra fonte de pressão: a ideia de que toda mãe precisa conseguir amamentar exclusivamente ao seio para ser uma boa mãe. “O aleitamento materno é o alimento recomendado para o bebê, mas algumas mulheres podem, por diferentes razões, precisar de alimentação complementar. Nesses casos, a fórmula não precisa representar fracasso. Mantendo o olho no olho, o afeto e cumprindo a função de nutrir o bebê, é algo que não deve ser visto de forma negativa”, explica o médico.
Pedir ajuda também é importante
A rede de apoio tem papel importante nesse processo, seja a família, pai do bebê e os profissionais de saúde. “Por vezes a mãe tem dúvidas ou inseguranças, mas é importante frisar que não precisa passar esses momentos sozinha”, orienta Amanda. Para a enfermeira, quando a amamentação não estiver acontecendo como esperado, procurar orientação profissional é parte do cuidado.
Jordana ainda aguarda para viver sua experiência com Enrico. “A realidade a gente não tem como prever, mas espero fortalecer nosso vínculo e tenho desejo de amamentar”, afirma.
Informação que continua além do Agosto Dourado
O cuidado com a saúde da gestante e do bebê vai além do Agosto Dourado, na Unimed Erechim, mantendo os cursos preparatórios ao longo de todo o ano. A partir de 31 de agosto, inicia um novo ciclo do Programa de Atenção Integral à Saúde da Gestante, com sete encontros sobre diferentes temas relacionados à gestação, parto, nascimento e cuidados com o bebê. A amamentação está entre os assuntos abordados, com orientação de profissionais.
O Ciclo de palestras é totalmente gratuito, disponível para toda a comunidade. Para confirmar presença basta enviar mensagem para o número (54) 3520-6129 ou pelo WhatsApp (54) 99163-0678.
Uma publicação compartilhada por Unimed Erechim (@unimedunimederechim) em 15 de Nov, 2017 às 1:01 PST
Serviços Próprios
Informações Regulatórias
Governança Corporativa
Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais
Acesso Restrito