Faça sua busca aqui
Acesse 2ª Via de boleto
Acesse Acompanhamento solicitação autorização
Acesse Análise de Cobertura
Acesse Área do Cliente
Acesse Guia Médico
Acesse Solicitação de medicamentos
Institucional
Quero ser Cliente
Clientes e Unimeds
Contatos
Voltar
Com o objetivo de conscientizar sobre a saúde emocional e combater os estigmas que envolvem o sofrimento psíquico, a Unimed Bauru promoveu a palestra "Setembro Amarelo: Mês de Prevenção ao Suicídio". As atividades ocorreram entre os dias 17 e 22 de setembro, nos auditórios do Centro Diagnóstico Unimed (CDU) e da sede administrativa da cooperativa, e reuniram colaboradores para debater a importância do acolhimento e da escuta ativa.
Os encontros foram conduzidos por Giovana Ortiz de Camargo Pauloto, enfermeira especialista em psiquiatria do setor de Saúde Ocupacional do Hospital Unimed Bauru. Durante as apresentações, a profissional abordou temas centrais para o bem-estar coletivo, incluindo a identificação precoce de fatores de risco, o reconhecimento de sinais de alerta e o estímulo ao diálogo aberto tanto no ambiente corporativo quanto no familiar.
A iniciativa responde a um cenário global e nacional que demanda atenção contínua das instituições de saúde. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), ocorrem cerca de 727 mil suicídios por ano no mundo, sendo 80% deles registrados em países de baixa e média renda. No Brasil, o índice atinge aproximadamente 14 mil casos anuais, o que representa uma média de 38 mortes diárias, segundo dados do Ministério da Saúde.
Diante desses indicadores, Giovana ressaltou que a empatia e a atenção ao próximo desempenham um papel decisivo na prevenção. Segundo a especialista, praticar a empatia consiste em exercitar uma escuta atenta, notar mudanças e demonstrar interesse genuíno pelo colega de trabalho ou familiar que possa estar enfrentando momentos difíceis. "Empatia não é se colocar no problema do outro. É escutar com cuidado e respeito as dores do outro", explica a enfermeira.
Ela destacou que o isolamento social, a desesperança e a tristeza profunda são sinais que, se identificados, demandam acolhimento imediato.
A enfermeira também esclareceu a distinção técnica entre estados emocionais temporários e patologias. Segundo a palestrante, a depressão se caracteriza por um sofrimento persistente que passa a interferir diretamente em diversos âmbitos da rotina do indivíduo, e estar triste de forma pontual não deve ser confundido com um quadro depressivo. Giovana concluiu explicando que abrir espaço para que o sofrimento seja expresso por meio da conversa é uma das ferramentas mais eficazes para salvar vidas.
Clientes
Unimeds
Prestadores