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LUTANDO POR
UMMUNDOMELHOR
Certodia,MariaFernanda, dedoze anos,mora-
doradeSãoPaulo, acordoucedinho:
-Mamãe, possoandardebicicleta?
-Claro,minhafilha!Nãovámuito longe! -Disse
amãe.
-Estábem,mãe!
Foi na garagem e pegou a bicicleta. Durante o
passeio, começouaobservaros lugares, pessoaseprin-
cipalmente a atitude delas. Será que ninguém se im-
portava comoque acontecia ao seu redor?Algopreci-
sava ser feito.
LogopassounacasadaTiaTeresaeaviu lavan-
doocarrocomáguadamangueira, e Julinha, suafilha,
com a torneira aberta. Rapidamente, Maria bateu pal-
maeentroupeloportão.
-TiaTeresa, olheparaocéu, estáquasechoven-
do!
-Oláparavocê também,Maria.Nós temosmui-
taágua!
-Oi, temos não, tia. Hojenoplaneta temos ape-