Coletânea de Contos e Crônicas - Sustentabilidade - page 44

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-Doque?Dosbandidos? (risos)
-Naverdade, erada fumaçadaquela fábrica.
-Porquê?
- Bom, esta fábrica emitemilhões de toneladas
degasesefeitosestufaparaproduzir seuproduto: o su-
crilhos Tiger. E, além disso, de noite sai uma fumaça
pretadecheirohorrível, queaodianão sevê.
-Nossa, isso temquemudar!
- Sim! E tambémpor emitir toneladas de gases,
elaafetaecausamudanças climáticas, tais como inun-
dações, secas e tempestades, o que foi o acontecido de
anteontem.A fábricaalterouoclimaprovocandoaque-
la chuvarada, oqueocasionou alagamentos em alguns
lugares, como o aterro sanitário em que estamos, e le-
vou lixosparaacidade.
-Eoquepretende fazer, Katterin?
-Primeiro, eupensoem ir falarcomodonodes-
ta fábricaeacabar comoproblema.
- Katterin, não sei se conseguirá grandes res-
postas.
-Porquê?
- Porque o dono, Eill Kelluk, meu pai, faleceu e
minhamadrastanão se importacom isso.
-Meu Deus! E eu falandomal da empresa pro
dono! -RiuKatterin, umpoucoenvergonhada.
-Naverdade, não souodono. A fábricaédami-
nhamadrasta.
-Da suamadrasta?E issoestáno testamento?
- Eu era novo quando meu pai veio a falecer.
Nuncavi este testamento.
- Éduem, você tem que vê-lo! Vai que a fábrica
nãoédelaeelamentiu?
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