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comnosso lucro,mas...
-Masoquê?
-Mashápessoas reclamandodousoexagerado
de recursos naturais, além da poluição que causamos
naatmosferaenaágua.
-Ah, nãome faça rir! Eoqueelesqueremquea
gente faça?Queensinemosaspessoasa reciclar?
-Bem, émaisoumenos isso, senhorita, Querem
que diminuamos nossa produção, poupando recursos
naturais para as próximas gerações, alémdedescartar
produtos químicos e embalagens commais consciên-
cia, sendomais sustentáveis. Há até investimentos em
projetos....
-Éa ideiamais idiotaque jáouvi!Pararde lucrar
eaindagastardinheirocomconscientização?Patético!
-Mas, senhorita...
-Psiu! Vocêouviu isso? -SussurrouHelena.
-Oquê?
Asduasficaramem silêncioedepoisouviramo
que parecia ser uma vozmasculina que, de início, não
parecia sermaisdoqueem sussurro.
-Estamosatrasados! -diziaohomem.
-Eu sei! -Essaparecia sermulher.
-Então, ande logo! Elanãoficaránada satisfeita
comnossoatraso.
De quem estavam falando? Pelo que pareciam
dizer, umamulher. Seu sentimento de nervosismo foi
trocadopor curiosidade. E se essas pessoas pudessem
ajudá-las?
Elas ouviram então um farfalhar de folhas. As
pessoas estavam se afastando. Mesmo se esforçando
aomáximo, foidifícil acompanhá-las, tal agilidadeque