Coletânea de Contos e Crônicas - Sustentabilidade - page 37

36
- Ah, faça-me o favor! Não podemos condenar
todos por erros de alguns. E vocês achammesmo que
Flaviusdiz issoparaobemde todos?Ele sóquernossa
permissãopara atear fogo em tudo. Acho que ia se di-
vertirmuitocom isso. -DisseFlora, alterandoavoz.
- Basta! Vocês já falaram demais. E quanto a
você,Agnes?Oque temadizer? -Perguntouamãena-
tureza.
-Achoquedevemosdaruma segundachancea
eles. Não sei vocês,masosestiveobservando. Vi como
se uniram nos últimos anos para conscientizar as ou-
traspessoassobreousocorretoderecursosnaturais,de
como tempoupandoágua...
-Não fazdiferença! Senão fezatéagora, porque
fariano futuro? -PerguntouAlastor.
- Não devemos e nem podemos desistir deles.
Aindaháesperança! -Disseamãenatureza. -Estáde-
cidido: eles terãouma segundachance. Agora tudode-
pendedeles.
Helenae Ingrideficaram imóveis,mesmomuito
depois daquelas estranhas pessoas terem ido embora.
Mas as palavras daquela bela mulher ainda estavam
em suamente: "Tudodependedeles".
- Ingride! - DisseHelena, depois demuito tem-
po. - Temos quemarcar uma reunião com nossos só-
cios, urgentemente, para tratar de um assunto que já
devíamos tratarhámuito tempo.
- E qual seria? - Perguntou Ingride, mesmo sa-
bendoa resposta.
-Sustentabilidade.
De repente, ouviu-se embarulhodepassos. Se-
riamos estranhos, novamente?Então, apareceramvá-
1...,27,28,29,30,31,32,33,34,35,36 38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,...143
Powered by FlippingBook