Coletânea de Contos e Crônicas - Sustentabilidade - page 43

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horrível.
-Katterin essa fumaça é branca, oque já énor-
mal em fábrica. -DizAna.
-Ana, não foiuma fumaçabrancaqueviontem.
Elaerapreta -DizKatterin.
- Você só pode ter se confundido. Era noite e
choviamuito.
- Eu não me confundi! Mas, se não acredita,
tudobem!
-Bom, eu tenhocompromissoà tarde.Atémais...
-DizAna.
- Eu vou ajudarminhamãe na loja dela. Tchau,
Katterin! -DizNany.
Katterin se despede e vai para casa pensativa,
pois sabia que a fumaça era preta naquele dia. Então,
resolveu voltar e tirar uma foto para comprovação. À
noite saiu, erammais oumenos 11horas. Quando che-
gou logoviua fumaça, pegouocelularpara tirar a foto.
Quando foi guardarocelular, viuosbandidos tentando
assaltara fábricaesaiudesesperada, poisagoraeleses-
tavamatrásdela. Pegaram-nae levaramparaumater-
ro inundadoque tinhaali perto. Nocaminho, tinhaum
homem esbelto e destemido que via tudo e resolveu
ajudar Katterin. Em um ato de bravura, salvou-a, con-
tendoos ladrões. Após, ligouparaapolícia.
- Como é seunomemoça? - Perguntou omoço
quea salvara.
-Katterin. Emuitoobrigadapeloque fez!Qual é
o seunome,meuherói?
-Éduem. (risos)Aliás, oque faziaaestahora, so-
zinha?
-Euestava tirandouma foto.
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