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- Você está certa. Farei isso amanhã e também
ligarei para o advogadodomeupai.Mas, agora, éme-
lhor irmosparanossascasas. Atéamanhã, Katterin.
-Boanoite, Éduem. Até!
Nodiaseguinte,Éduem ligaparaKatterinepas-
saparabuscá-laemsuacasa.Katterinseaproximapara
cumprimentá-lacomumbeijono rosto. Porém,Éduem,
sem perceber, vira e provoca um beijo. Envergonhada,
Katterindiz:
-Desculpe -me, Éduem!
-Queé isso... Aculpa foiminha.
- Bom, é melhor a gente ir... - Disse Katterin,
dandooutrobeijoemÉduem, porém, agora, por vonta-
deprópria. Éduem, sempalavras, apenas se surpreende
comanovamoçaqueacabaradeconhecer.
Após o beijo inesperado, eles vão até a fábrica
ondeFélix, oadvogado, jáesperavaporÉduem.
Éduem entra na sala deAdelaide, deixandoKatterin e
Félix lá fora, atéqueelepegasseo testamento.
-Adelaide, queroquevocêdixeaempresaenão
retorne.
-Oqueé isso, Éduem?Vocêseesqueceuquesou
donadesta fábrica?
- Não, eu não esqueci. Porém. que me prove!
Cadêo testamento?
-Porque?Nãoacreditaemmim?
-Não. Epegue logoeste testamento!
Adelaideentregao testamentoparaÉduem, que
chamaoadvogadoeKatterin.
-Oqueé isso? -Perguntaamadrasta.
- Nãome reconhece, Adelaide? Vim conferir o
testamentodomeuex-cliente,Will.