Coletânea de Contos e Crônicas - Sustentabilidade - page 42

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apenasnoque tantoadeixava inquieta.
Aochegaraodestino, sóoqueviaeram lojas fe-
chadase lixosespalhados. Porém, continuouandando...
Foi quandoviuuma intrigante fábrica que estava com
luzes ligadas. Ao se aproximar, Katterin viu que a fá-
brica trabalhava à noite. Ao olhar para cima, viu uma
fumaça preta e de cheiro terrível. Então, commedode
descobrirem sua saídamisteriosa, Katterinvoltoupara
casa.
Nobeloeensolaradodiaseguinte,Katterinpede
a seuspaispermissãopara sair com suasamigas.
-Pode sim, filha. -DizAntônio.
Katterin, contudo, não sairia para se divertir,
mas simparavoltar atéaquele lugarhorrendo.
Passou primeiro na casa de suas amigas Nany
e Ana, e foram até a fábrica. No caminho, observam
agentesde limpezae logo lhesperguntaram a respeito
do lixo.
-Bom, forao lixoqueaspessoas jogamaquinas
ruas todo dia, os outros devem ter vindo de outros lu-
gares. -Dizumdosagentes.
-Nossa! Paraque jogar lixonas ruas se temmi-
lharesde lixeirasespalhadaspor aí? -ExclamaNany.
- Pois é, Nany tem gente que pensa que não faz
mal nenhum fazer isso,mas faz! -DizAna.
- Principalmente quando jogam lixos em áreas
rurais, ondenãovamos. -Dizoutroagente.
-Vocêssabemdeondevieramosoutros lixos?-
perguntaKatterin.
- Infelizmentenão,moça.
Todas agradeceram e foram até a fábrica, onde
avistaram uma fumaça branca com o mesmo cheiro
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