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tinham.
-Éaqui? -Disseamulher.
-Achoque sim. -Falouohomem.
Eles incrivelmente não pareciam cansados, ao
contráriodeHelenae Ingride, queestavam sem fôlego.
Elas seencontravamdiantedeuma lareira, ondeaúni-
ca iluminaçãoeraa lua (pois amuito jáhaviaescureci-
do). Seuspossíveissalvadoresnão tinhamumaaparên-
ciamuitocomum.Ambosusavam roupasde folhagem,
sendoqueamulher estavacoberta tambémde terra.
- Parece que ninguém chegou ainda. - Disse a
mulher.
- É aí que você se engana, Flora. Estou aqui há
muito tempo. -Disseum segundohomemqueparecia
ter sematerializadodonada. -Sempreatrasada, nãoé?
-É claro! Quando se temque apagar ummiste-
rioso incêndionaAlaLeste.Nãoé, Flavius?Sabedealgo
a respeito?-DisseapossívelFlora, que tinhaum tomde
nervosismonavoz.
-Não faço ideiadoquevocê está falando, devia
pensar mais antes de tirar conclusões precipitadas. -
DisseFlavius.
- Crianças, já estão brigando? - Disse umamu-
lher cujos cabelos estavammolhados, parecia ter saído
daáguaoualgoparecido.
-Ah, finalmente chegouAgnes! Aindabemque
agrandemãenãochegou, senão... -Começouohomem
do início,mas logo foi interrompidoporumavoz femi-
nina.
- Na verdade cheguei faz tempo, Alastor, antes
mesmoqueFlavius.
Helena não podia acreditar no que seus olhos