1. Critérios
MS.002 -Versão01 Cópia impressacontroladapelousuário
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Essas trajetórias de carreira foram estruturadas como base para que cada Cooperativa do Sistema Unimed se
aproprieeverifiqueograudeadequaçãoparaasuaUnimed.Omodeloaquidescritoprocuraseramploosuficien-
teparapoder abrangerdiferentescontextose realidades,mas tambémespecíficonamedidacertaparaconseguir
caracterizá-las.
Aoanalisar as trajetóriasapresentadasafimdeverificar seestãoadequadasparasua realidade, aCooperativadeve:
. Ler asdefiniçõesdas trajetóriase verificar seépossível identificar cadaumadelasnaorganização.
. Listar asáreas/cargos/funçõesdaCooperativaealocá-lasemcada trajetóriadecarreira.
-Noquadro anterior, foram apresentados alguns exemplos de áreas e cargos quepodem compor cada traje-
tória, porémseaorganização tiver áreasquenãoaparecemnoquadrodeexemplos, nãosignificaqueelanão
possaser alocadaemnenhuma trajetóriadecarreira. Deve-seentender anaturezade trabalhodaquelaárea/
cargo/função, verificarquaissãosuasmaiores interfaces, paraquaisáreas/funçõesseusprofissionaismigram
naturalmenteemtermosdecarreira, entreoutrospontosqueajudarãonasuaalocação.Paraqueessadecisão
seja feitacommaiorgraudeassertividade, recomenda-seentraremcontatocomaFederação responsávelou
coma UnimeddoBrasil.
-Caso a organização verifique que determinada trajetória de carreira não exista na organização, pois não
percebeáreas/funçõesdaquelanaturezade trabalho, eladeveentrar emcontatocomaFederação respon-
sável ou com aUnimeddoBrasil para compartilhar o caso e, seo entendimentodenão existência ounão
necessidade for comum, elapoderánão "utilizar" a trajetórianaCooperativa.
-É importante que a organização estude cada uma das áreas que possui e suas naturezas para alocá-las
nas trajetórias de carreira desenhadas para o Sistema. Caso existam áreas que a Cooperativa esteja com
dificuldade de alocar, pois acredita que deveria existir uma trajetória de carreira adicional, por exemplo, é
importante que procure o apoio e a orientação da sua Federação ouUnimed do Brasil, pois omodelo foi
concebidoparaabranger adiversidadedeprofissionaisqueatuamnoSistema.
2. Níveisdecomplexidade
Alémdadefiniçãodascompetências, Dutra (2001) apontaqueomodelodegestãodepessoaspor competências
deve incorporar o conceitode
níveisde complexidad
e
, que têm a funçãodediferenciar as atribuições e respon-
sabilidadesdosprofissionais conforme seudesenvolvimentoematuridade. Assim, asdescriçõesdas competên-
cias são adequadas às responsabilidades de cada nível, desdobrandouma sequência de exigências crescentes e
quedemandam respostas cada vezmais elaboradas. A complexidade está associada a fatores como autonomia,
responsabilidadee impactosdas atividadesdesenvolvidas, ou seja, sãoospapéis assumidospeloprofissional na
relaçãodestecomaOrganização.